Segurança cibernética exigida pelo Banco Central.
O prazo para se adequar às novas regras do BACEN venceu em março de 2026, e a fiscalização agora cobra evidências, não só políticas no papel. Ajudamos sua instituição a identificar o que falta, corrigir e comprovar a conformidade, com um time próprio que traduz a regulação para quem precisa decidir.
O que o Banco Central exige em segurança cibernética
Toda instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central precisa manter uma política formal de segurança cibernética, com controles, testes e documentação que comprovem, na prática, que os dados e sistemas críticos estão protegidos.
Essa exigência vem da Resolução CMN nº 4.893/2021. Em dezembro de 2025, o Banco Central endureceu as regras com a Resolução CMN nº 5.274/2025 e a Resolução BCB nº 538/2025, com prazo de adequação até 1º de março de 2026, já vencido.
Na prática, isso significa mais exigência de evidências técnicas: testes de invasão anuais, rastreabilidade completa e proteção reforçada para ambientes críticos como o Pix, o Sistema de Transferência de Reservas (STR) e a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).
A IDC traduz essas exigências em ações práticas: diagnóstico, política, controles, testes e documentação pronta para uma fiscalização do BCB.
O cenário regulatório em 2026
Já em vigor: a Resolução CMN nº 5.274/2025 exige controles mínimos obrigatórios (autenticação, criptografia, proteção de rede e gestão de certificados), com evidências auditáveis pelo BACEN.
Prazo de adequação venceu em 1º de março de 2026
Já em vigor: a Resolução BCB nº 538/2025 exige proteção reforçada para Pix, STR e RSFN, com rastreabilidade, monitoramento e resposta a incidentes documentados.
Controles para infraestruturas críticas
Periodicidade mínima de testes de intrusão exigida por profissional independente, com documentação retida e disponível ao Banco Central por 5 anos.
Exigência vigente desde as normas de 2025
Nosso método: mapear, planejar, adequar, acompanhar
Não vendemos relatório de prateleira. Trabalhamos com um processo estruturado em quatro etapas, pensado para caber na rotina real da sua equipe e nas exigências do BACEN.
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Mapeamos
Identificamos lacunas frente à política de segurança cibernética e aos controles exigidos: onde estão os riscos, quais processos já existem e o que falta para ambientes críticos e serviços relevantes.
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Planejamos
Definimos um plano de ação realista, com prioridades claras e rastreabilidade. Nada de documento genérico de 40 páginas que ninguém vai executar.
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Adequamos
Estruturamos a política, implementamos controles, apoiamos testes de intrusão e gestão de vulnerabilidades, e organizamos registro e resposta a incidentes, com a equipe do cliente no centro da execução.
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Acompanhamos
Conformidade não é projeto com fim. Monitoramos mudanças regulatórias, ameaças e a execução do plano de ação, ajustando o que for preciso para auditorias e fiscalizações do BCB.
Um parceiro de verdade, não uma fábrica de relatórios
A IDC é uma empresa brasileira de segurança da informação. Você fala com o time que executa o trabalho: direto, sem intermediário e sem jargão que ninguém entende.
- Time próprio Quem diagnostica é quem acompanha, nunca terceirizado.
- Linguagem clara Traduzimos a regulação do BACEN para quem precisa decidir, não só para quem é de TI.
- Atendimento direto Canal aberto com especialista. Sem call center, sem enrolação.
Metodologia alinhada às exigências do BACEN e às principais referências do mercado
Nosso trabalho segue as resoluções do Banco Central e frameworks reconhecidos. Não inventamos processo próprio para parecer diferente: aplicamos o que já é exigido e validado.
Time próprio, nunca terceirizado. Atendimento direto, sem intermediários.
Tudo sobre a Norma BACEN
O que é a Resolução CMN nº 4.893/2021?
É a norma do Banco Central que estabelece a política de segurança cibernética e os requisitos para a contratação de serviços de processamento, armazenamento de dados e computação em nuvem por instituições financeiras e demais entidades autorizadas a funcionar pelo BCB.
Quem deve seguir as normas de segurança cibernética do BACEN?
Todas as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, como bancos, cooperativas de crédito e demais instituições financeiras abrangidas pela Resolução CMN nº 4.893/2021, observadas as exceções previstas na regulamentação específica.
O que mudou com a Resolução CMN nº 5.274/2025?
O regulador passou a exigir evidências técnicas, não apenas políticas no papel: controles mínimos obrigatórios (autenticação, criptografia, proteção de rede e gestão de certificados), testes de intrusão anuais por profissional independente, e requisitos adicionais para ambientes críticos como Pix, STR e RSFN. O prazo de adequação venceu em 1º de março de 2026.
Qual o papel da Resolução BCB nº 538/2025?
Ela detalha controles técnicos, requisitos operacionais e medidas de proteção para ambientes críticos do Sistema Financeiro Nacional, em especial Pix, Sistema de Transferência de Reservas (STR) e a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).
Como a IDC ajuda na conformidade com a regulamentação do BACEN?
Apoiamos a estruturação da Política de Segurança Cibernética, a implementação de controles técnicos, a realização e documentação de testes de intrusão e análises de vulnerabilidades, e a organização de processos de registro, rastreabilidade e resposta a incidentes, preparados para auditorias e fiscalizações do BCB.
A IDC implementa a Política de Segurança Cibernética e o plano de resposta a incidentes?
Sim. Auxiliamos instituições na criação e execução da política, do plano de ação e de resposta a incidentes, e no relatório anual de execução exigido pelo Banco Central, com acompanhamento contínuo e linguagem clara para a liderança.
Pronto para avaliar a conformidade da sua instituição com o BACEN?
Uma conversa de 30 minutos já mostra os primeiros pontos de atenção frente às resoluções atuais. Sem enrolação, sem letra miúda.
(011) 4858-9797
